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Ciência e Saúde
Obesidade no Brasil: maior índice nos últimos 13 anos
O crescimento da obesidade foi maior entre os adultos de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos, com 84,2% e 81,1%, respectivamente
Publicado Segunda-Feira, 19 de Agosto de 2019, às 11:29 | Fonte FolhaPe 0

 
 

Divulgação / Internet

Segundo o Ministério da Saúde, a obesidade volta a crescer no Brasil. Nos últimos 13 anos houve aumento de 67,8%, saindo de 11,8%, em 2006, para 19,8% em 2018. Sobrepeso, obesidade e o ganho de peso no adulto são fatores de risco para 13 tipos de câncer. O crescimento da obesidade foi maior entre os adultos de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos, com 84,2% e 81,1%, respectivamente. Apesar do excesso de peso ser mais comum entre os homens, em 2018, as mulheres apresentaram índice ligeiramente maior, com 20,7%, em relação aos homens,18,7%. No Brasil, mais da metade da população, 55,7% tem excesso de peso. Um aumento de 30,8% quando comparado ao percentual de 2006, que era de 42,6%. O aumento da prevalência foi maior entre as faixas etárias de 18 a 24 anos, com 55,7%. Quando verificado por sexo, entre os homens o crescimento foi de 21,7% e, entre as mulheres, de 40%. Alimentos ultraprocessados têm altos índices de gordura e açúcar, isso se deve ao aumento da obesidade adulta, deduz a pesquisa. Já o consumo regular de frutas e hortaliças cresceu 15,5% entre 2008 e 2018, passando de 20% para 23,1%. A prática de atividade física no tempo livre também aumentou 25,7% (2009 a 2018), como o consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas caiu 53,4% (de 2007 a 2018), entre os adultos das capitais. 

Uma mudança significativa entre os hábitos alimentares dos brasileiros é o aumento de 15,5% no consumo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de frutas e verduras. Outra mudança importante é a redução de 53,4% do consumo regular de refrigerante e suco artificial entre os adultos. A diminuição foi verificada entre 2007 a 2018, em todas as faixas-etárias e em ambos os sexos. A queda foi mais expressiva na população de 55 a 64 anos (58,8% no período avaliado). O consumo dessas bebidas é maior entre os homens (17,7%) do que entre as mulheres (11,6%).

Fonte: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), Ministério da Saúde, julho de 2019.

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*Rafael Coelho (CRM: 23943/PE) é médico.









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