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Manchetes dos principais jornais
Confira as manchetes dos principais jornais do país hoje
Manchetes dos principais jornais do país hoje
Publicado Quinta-Feira, 18 de Julho de 2019, às 10:53 | Fonte Mídia 0

 
 

Tereré News

O Globo


Manchete: Governo vai autorizar nos próximos dias saques do FGTS

Alternativas em análise chegarão a até 35% do saldo em contas ativas de menor valor
O governo decidiu autorizar trabalhadores a sacar dinheiro de suas contas do FGTS. O montante a ser liberado pode chegar a R$ 30 bilhões. O presidente Jair Bolsonaro deve bater o martelo ainda hoje, escolhendo entre duas alternativas que estão sobre a mesa: liberação apenas de recursos de contas inativas, como no governo Temer, ou também de contas ativas. Neste caso, os percentuais oscilariam de 10% a 35%; quanto maior o saldo em dinheiro, menor o percentual. Os saques ocorreriam no mês do aniversário do trabalhador. A liberação temo objetivo de estimular o consumo e a economia. Páginas 17 e 18
Plano individual de saúde pode voltar mais enxuto

De olho nos brasileiros atendidos pelo SUS, as operadoras de saúde querem voltar a vender planos individuais, porém mais segmentados. O objetivo é ampliar número de usuários, que encolheu em cerca de 3 milhões desde 2014. Empresas condicionam oferta a mudanças nas regras do setor. Página 19
MEC propõe parcerias para financiar universidades

Programa Future-se, que prevê captação, inclusive de recursos privados, de R$ 102 bilhões, irá ao Congresso após consulta pública. Página 24
MP reage a decisão de Toffoli; STF está dividido

Para Ministério Público, ato de Toffoli põe em risco investigações sobre lavagem de dinheiro no país. PGR estuda recorrer, e STF está dividido sobre o tema. Página 4
Bolsonaro: ‘Embaixadores não fizeram nada de bom’

O presidente Jair Bolsonaro disse, na Argentina, que os embaixadores do Brasil nos EUA “não fizeram nada de bom” desde 2003. Bolsonaro, que vai indicar o filho 03 para o posto, viajou com o 04. Página 21
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O Estado de S. Paulo


Manchete: Liberação do FGTS pode fazer economia crescer 1,1% em 2019

Medida, que deve ser anunciada hoje, pode incluir contas ativas e inativas e deixar recursos da habitação de fora; antes da proposta, previsão de alta do PIB era de 0,81%
A liberação de até 35% do saldo das contas ativas (de contratos de trabalho atuais) do FGTS pode ajudar no crescimento de 1,1% do PIB neste primeiro ano de governo Bolsonaro. A estimativa anterior, sem considerar a medida, era de alta de 0,81%. Revelada pelo Estado, a proposta deve ser anunciada hoje e pode incluir também o saque das contas inativas (de contratos encerrados) . O montante liberado, no entanto, deve cair dos R$ 42 bilhões inicialmente previstos para R$ 30 bilhões. Isso porque o ministro da Economia, Paulo Guedes, determinou a sua equipe que os recursos do fundo destinados à habitação permaneçam intocados - o setor criticou ontem as medidas. Para analistas, o impacto sobre o consumo deve ser maior agora do que em 2017, quando o governo Temer liberou R$ 44 bilhões das contas inativas. Na ocasião, cerca de 40% dos recursos foram usados para o pagamento de dívidas. Economia/Págs. B1 e B3

Decisão de Toffoli já interfere em processos na Justiça

Relacionada ao caso de Flávio Bolsonaro, a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, de condicionar o compartilhamento de dados de órgãos do governo a autorização judicial já interfere em casos na Justiça. Em SC, advogados apresentaram pedido para suspender processos. A defesa do médium João de Deus também vê margem para “questionamento”. Procuradores falam em prejuízo para investigações até de tráfico de drogas. Política/ pág. A4

Planalto quer ‘Semana do Brasil’ com patriotismo e Black Friday

Comemorações estendidas pelo Sete de Setembro, promoções no comércio - numa “Black Friday brasileira” -e descontos em hotéis para estimular o turismo são ações para a “Semana do Brasil”, que o governo planeja para incentivar o patriotismo. Para atrair turistas estrangeiros, o slogan será“Brazil, visit and love us”. Agências de propaganda trabalham no projeto, que pretende também melhorar imagem externa de Bolsonaro. Política/pág. A8

OAB reage a PEC que acaba com adesão obrigatória

Associações de classe, como a OAB, tentam barrar no Congresso a “PEC dos conselhos”. O texto prevê que não poderão ser estabelecidos limites ao exercício de atividades profissionais nem ser obrigatória a inscrição em conselhos. Economia/pág. B6

MEC quer usar até Lei Rouanet em fundo de federais

Programa Future-se, do MEC, prevê fundo único, de R$ 102 bilhões, para universidades federais - incluindo captação de R$ 1,2 bilhão via Lei Rouanet. O projeto propõe captação de recursos via doações e até “namingrights”. Metrópole / Pág. A14
Aliados querem ‘blindar’ Eduardo

Troca de integrantes em comissão do Senado tentaria evitar ambiente hostil em sabatina e votação do nome de Eduardo Bolsonaro para embaixada nos EUA. Política / Pág. A8
PDT suspende Tabata e mais sete ‘infiéis’ Política / Pág. A10


William Waack

Ao decidir tornar o filho embaixador em Washington, Jair Bolsonaro ignora que países não têm amigos, têm interesses. Política/pág. A6

Celso Ming

Na ânsia por mais recursos, os países mais ricos se atiram agora ao projeto de taxar as gigantes digitais. Conseguirão? Economia/ pág. B2

Notas & Informações

Enfim, medidas contra a crise
Com a liberação de dinheiro do FGTS e do PIS/Pasep, governo decidiu dar alguma atenção aos desempregados e aos empresários atolados na crise. Pág. A3

A proteção da privacidade
Criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados é um passo para garantir direito que corre risco de extinção. Pág. A3

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Folha de S. Paulo


Manchete: Moro interferiu em acordo com delatores da Lava Jato 

Então juiz impôs condições a negociação de delações em 2015, apontam mensagens

Mensagens privadas trocadas por procuradores da Lava Jato em 2015 mostram que o então juiz federal Sergio Moro interferiu nas negociações das delações de dois executivos da construtora Camargo Corrêa.

As mensagens, obtidas pelo The Intercept Brasil e examinadas pela Folha e pelo site, revelam que Moro avisou aos procuradores que só homologaria as delações se a pena proposta aos executivos incluísse ao menos um ano de prisão em regime fechado.

A interferência causou incômodo entre integrantes da força-tarefa em Curitiba.
A Lei das Organizações Criminosas, de 2013, que definiu regras para os acordos de colaboração premiada, diz que juízes devem se manter distantes das negociações com delatores e têm como obrigação apenas a verificação de sua legalidade após a assinatura.

“Enquanto juiz, não houve participação na negociação de qualquer acordo de colaboração”, afirmou em nota a assessoria de Moro, atual ministro da Justiça.

A força-tarefa declarou não reconhecer a autenticidade do material. As defesas dos executivos não quiseram se manifestar. Poder A4
Estado sem controle do Judiciário é ‘fascista e policialesco’, diz Toffoli

O presidente do STF, Dias Toffoli, defendeu ontem sua decisão de suspender investigações criminais que usem dados detalhados de órgãos de controle sem autorização judicial, atendendo a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

“Só não quer o controle do Judiciário quem quer Estado fascista e policialesco, que escolhe suas vítimas”, disse Toffoli a Thais Arbex.
Ele negou que a decisão paralisará todas as apurações sobre lavagem de dinheiro, como afirmou o coordenador da Lava Jato no Rio, Eduardo El Hage. “Nenhuma investigação está proibida desde que haja prévia autorização da Justiça.” A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu um estudo do possível impacto da decisão e avalia recorrer dela. Poder A10 e A11

Caixa deve reduzir juros imobiliários em até 31,5%

A Caixa Econômica Federal aguarda aval do BC para anunciar redução de até 31,5% dos juros dos financiamentos imobiliários. Hoje, os bancos costumam cobrar entre 8,5% e 9,5%, e a Caixa pretende reajustar os contratos para uma faixa entre 5,82% e 6,82%.

Em outra medida de estímulo, o governo confirmou ontem que vai liberar o saque de até 35% do saldo de contas ativas do FGTS. Mercado A17 e A18
MEC quer custear universidades via Lei Rouanet

Plano do governo prevê incentivar o uso da Lei Rouanet —alvo de críticas de Jair Bolsonaro—para financiar museus e universidades federais. Também foi proposto um fundo imobiliário para vender imóveis ociosos que pertençam à União. Cotidiano B1

Roberto Dias

Como foi difícil noticiar o incrível, o homem na Lua Opinião A2

PDT abre processo e suspende Tabata e outros dissidentes A12


Editoriais A2

A pressa de Toffoli
Acerca de freio em investigações com dados do Coaf.

Fazendo a América menor 
Sobre ataque de Trump a deputadas democratas.
 









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