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Venezuela. Partido da oposição diz que deputado detido foi morto, autoridades dizem que se suicidou
Fernando Albán foi detido na sequência do que as autoridades afirmam ter sido uma tentativa de assassínio com drones contra o Presidente Nicolás Maduro, em agosto. O procurador-geral afirmou que Albán “pediu para ir à casa de banho e, quando lá chegou, atirou-se do 10.º andar”. O seu partido garantiu que Albán “foi assassinado às mãos do regime”
Publicado Terça-Feira, 9 de Outubro de 2018, às 05:46 | Fonte Expresso 0

  
 
 

JUAN BARRETO/AFP/GETTY IMAGES


Manifestantes na Venezuela acusaram esta segunda-feira o Governo de assassinar o deputado da oposição Fernando Albán. As autoridades afirmam que o deputado, que se encontrava detido, se suicidou.

Clamando por justiça, multidões concentraram-se no exterior da sede da principal agência de serviços secretos do país, a Sebin, em Caracas, onde Albán se encontrava preso. O deputado foi detido na sequência do que as autoridades afirmam ter sido uma tentativa de assassínio com drones contra o Presidente Nicolás Maduro.

O ataque ocorreu em agosto, enquanto Maduro falava num evento militar na capital. Sete soldados ficaram feridos, segundo as autoridades, que culparam a oposição venezuelana e a Colômbia pelo ataque. Ambas negaram a acusação.

O procurador-geral Tarek Saab disse à televisão estatal venezuelana que Albán “pediu para ir à casa de banho e, quando lá chegou, atirou-se do 10.º andar”. Já o ministro do Interior Néstor Reverol fez no Twitter um relato diferente do sucedido.

“No momento em que ia ser transferido para o tribunal, encontrando-se na sala de espera do Sebin, atirou-se de uma janela das instalações, caindo no vazio, o que causou a sua morte”, escreveu. O ministro acrescentou que o deputado foi investigado por “atividades desestabilizadoras dirigidas a partir do exterior”.

Albán era um conselheiro municipal de Caracas do partido da oposição Primero Justicia. Em comunicado, o partido garantiu que o seu membro “foi assassinado às mãos do regime de Nicolás Maduro”. O antigo candidato presidencial Henrique Capriles, que também é membro do partido, afirmou, citado pela AFP: “Aqueles de nós que conheciam o Fernando sabem que ele nunca poderia ter agido contra a própria vida.”

 







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