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Pobre como somos, não precisamos de tantos feriados.
Essa exagerada sucessão de dias parados, que nossas autoridades adoram impor ao país, é um tiro no pé para quem precisa sobreviver e depende do trabalho do dia a dia para poder manter suas famílias e a si próprio
Publicado Quarta-Feira, 6 de Janeiro de 2021, às 09:10 | Fonte Sérgio Pires 0

 
 

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Ufa! Finalmente! Até que enfim. Depois de um feriadão que durou, ao menos em Porto Velho, mais que cinco dias (já que muita gente parou ao meio dia do 31 de dezembro) num momento em que precisamos produzir e não parar, parece que, dentro do possível e mesmo convivendo com o vírus, vamos começar a voltar a alguma coisa perto do normal. Essa exagerada sucessão de dias parados, que nossas autoridades adoram impor ao país, é um tiro no pé para quem precisa sobreviver e depende do trabalho do dia a dia para poder manter suas famílias e a si próprio. Há quem diga que o feriadão, que parecia sem fim, pode ter ajudado a manter as pessoas em casa e evitar aglomerações. Ledo engano. No Ano Novo o que aconteceu mesmo foram festas com gente amontoada, as famosas Coronafest, proliferando em vários lugares. Sabe-se qual será o resultado disso. Nos dias seguintes, o que evitou mesmo a farra dos banhos e das festas foi a chuva, que não deu folga nos primeiros dias do ano, porque, ao contrário, essa paralisação toda, teria causado muitos danos. Para a economia, o superferiadão também foi uma granada, explodida no meio de um momento em que muitas portas são fechadas e os postos de trabalho somem.  Neste país pobre, em que se deveria trabalhar o dobro, queremos imitar os países mais desenvolvidos também no exagero do descanso. Eles podem, porque são ricos. Nós não podemos, porque somos pobres e temos que trabalhar. Não precisamos de tanto feriado...







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