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Com pneumonia, Bolsonaro não tem previsão de alta
Com febre de 38 graus na noite de quarta, o presidente Jair Bolsonaro teve diagnosticado um quadro de pneumonia bacteriana
Publicado Sexta-Feira, 8 de Fevereiro de 2019, às 08:40 | Fonte EBCRADIOBRAS 0
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08 de fevereiro de 2019

O Globo


Manchete : Despreparo fatal

PREFEITURA DEMORA A AGIR, E TEMPORAL DEIXA 6 MORTOS

A prefeitura poderia ter evitado, ou minorado, as trágicas consequências do temporal de anteontem, avaliam especialistas. Havia alertas desde terça-feira para chuvas fortes, e o radar da prefeitura captou, às 17h da quarta-feira, a tormenta sobre Paraty vindo para a capital. Mas só às 22h15m o Rio entrou em estágio de crise. Foram seis mortes; mais de 186 árvores caídas; casas, lojas e carros destruídos; deslizamentos de encostas; e cenas de caos pela cidade. A reação das forças de emergência foi lenta. O fechamento da Avenida Niemeyer poderia ter poupado ao menos duas vidas. Nos últimos quatro anos, os investimentos em contenção de encostas e prevenção de enchentes caíram 70%. (PÁGINAS 9 a 20)

‘Agora não cai mais’, disse Crivella após obras, há duas semanas (PÁGINA 17)

FLÁVIA OLIVEIRA

Regra no Brasil é esperar o próximo desastre, em vez de prevenir (PÁGINA 3)

BERNARDO MELLO FRANCO

Crivella deve explicação, pois dilúvios cariocas não são inesperados (PÁGINA 5)
Com pneumonia, Bolsonaro não tem previsão de alta

Com febre de 38 graus na noite de quarta, o presidente Jair Bolsonaro teve diagnosticado um quadro de pneumonia bacteriana, o que levou a equipe médica a ajustar a dose de antibióticos ministrada. Internado desde a semana passada para operação no intestino, Bolsonaro ainda não tem previsão de alta. (PÁGINA 6)
Governo diverge sobre a pauta mais urgente

O governo Bolsonaro ainda não conseguiu definir sua prioridade na agenda legislativa. Enquanto alguns parlamentares alinhados ao presidente defendem empenho na aprovação do pacote anticrime de Moro, outros aliados advogam que é mais urgente discutir a reforma da Previdência. (PÁGINA 4)
CARTA AO STF - Estados querem reduzir jornada e salário de servidor (PÁGINA 21)


Vale recebeu alerta de anormalidade na barragem rompida (PÁGINA 8)


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O Estado de S. Paulo


Manchete : Militares aceitam regras mais duras na sua previdência

Aumento da alíquota de contribuição e do tempo de serviço de 30 para 35 anos está entre pontos mais avançados

Superada a resistência inicial dos militares, as pastas da Economia e da Defesa negociam pontos da participação das Forças Armadas na reforma da Previdência. Segundo o ministro Fernando Azevedo e Silva (Defesa), “será possível chegar a um entendimento de 100%”. Paulo Guedes (Economia) disse que os integrantes das Forças Armadas vão participar da reforma, mas não na Proposta de Emenda à Constituição: “O regime deles é diferente e regulado por lei, não pela Constituição”. Entre os pontos mais avançados, estão o aumento da alíquota de contribuição, a inclusão de pensionistas e de alunos das escolas militares entre os contribuintes e a elevação do tempo de serviço de 30 para 35 anos. A categoria reivindica a criação de novo posto na hierarquia militar. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B4)

‘Ninguém mexe em direitos’

Questionado sobre se o governo pretende acabar com férias e 13º salário, o ministro Paulo Guedes (Economia) disse que governo dará “novas alternativas a trabalhadores”. (PÁG. B4)
Planalto suspende nomeações nos Estados

Na tentativa de conter uma “rebelião” de aliados, o governo suspendeu nomeações e exonerações de cargos comissionados e funções de confiança para exercício em empresas e repartições federais nos Estados, informa Vera Rosa. O chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, avisou aos ministérios que estão “vedadas” as nomeações regionais “até segunda ordem”. A medida foi desencadeada por queixas contra trocas no comando do Incra. (POLÍTICA / PÁG. A4)
Caixa 2, segundo Sérgio Moro

“Os políticos que me perdoem, mas caixa 2 é trapaça, é crime. Não tão grave quanto a corrupção, mas tem de ser criminalizado”, disse o ministro Sérgio Moro em São Paulo. (PÁG. A4)
Bolsonaro tem pneumonia e alta de hospital é adiada

O cirurgião Antonio Luiz Macedo informou ontem que um quadro de pneumonia, detectado na noite de quarta-feira, fará com que o presidente Jair Bolsonaro fique no Hospital Albert Einstein por pelo menos mais cinco dias. A previsão inicial era de alta hoje. Bolsonaro está internado desde 27 de janeiro. Ele foi submetido a cirurgia para retirada da bolsa de colostomia. (POLÍTICA / PÁG. A8)
Governadores apelam para o STF por corte de salários

O governador Ronaldo Caiado (DEM-GO) entregou ao STF carta em que os secretários da Fazenda de GO, MG, RS, PR, PA, AL e MS pedem a aprovação de proposta que permite a redução de salário e carga horária de servidores públicos quando os gastos com a folha de pagamento superarem o limite previsto em lei. O julgamento está marcado para o dia 27. (POLÍTICA / PÁG. A10)
PF apura se excesso de água rompeu barragem

A Polícia Federal investiga o acúmulo anormal de água e a falha na drenagem como principais causas do colapso da barragem de Brumadinho (MG). A PF quer acesso aos dados de um radar, que monitorava o local em tempo real, e de sensores da Vale. As informações são consideradas peças centrais sobre a tragédia, que até ontem contava 157 mortos e 182 desaparecidos. (METRÓPOLE / PÁG. A15)
Protesto para manter privilégio

Em protesto contra a regra que obriga auditores fiscais a passar por revista para entrar em áreas restritas de aeroportos, a categoria fez ontem uma operação-padrão no Galeão (RJ). Eles decidiram abrir todas as malas e revistar todas as pessoas no desembarque internacional, atingindo cerca de 3 mil passageiros e provocando filas de até quatro horas. (ECONOMIA / PÁG. B5)
Temporal no Rio deixa seis mortos e destruição

Um temporal com ventos de mais de 100 km/h deixou seis mortos e destruição no Rio na noite de anteontem. Um deslizamento de encosta atingiu dois ônibus em São Conrado, zona sul, matando dois passageiros no veículo soterrado. Na zona oeste, a chuva derrubou uma casa, matando mãe e filho. No Vidigal e na Rocinha, outras duas pessoas morreram. (METRÓPOLE / PÁG. A17)
Ministério da Saúde dá aval a eletrochoque (METRÓPOLE / PÁG. A16)


Fernando Gabeira

Renan achou ser produto da novidade eleitoral só porque se reelegeu. Engano. (ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2)
Eliane Cantanhêde

Febre e pneumonia nunca é bom, muito menos para presidente recém-empossado. (POLÍTICA / PÁG. A8)
Notas&Informações

Mais 12 anos de cadeia

Lula da Silva não desiste. Condenado pela segunda vez por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente continua a se dizer vítima de “perseguição política”. (PÁG. A3)

A mensagem prudente do BC

Cautela, serenidade e perseverança explicam os juros básicos mantidos em 6,5%. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo


Manchete : Pneumonia estica estada de Bolsonaro em hospital

Em recuperação de cirurgia na segunda retrasada, presidente diz estar tranquilo

Após 11 dias internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a ter febre, na noite de quarta. Ele passou por uma tomografia, que detectou pneumonia, e sua permanência no hospital será prolongada por ao menos mais sete dias. O presidente foi submetido a uma cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal e retirada de uma bolsa de colostomia em 28 de janeiro. Em 6 de setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro foi esfaqueado no abdômen e teve o intestino afetado. Haverá aumento nos antibióticos, segundo Antonio Luiz Macedo, um dos médicos responsáveis por cuidar da saúde do presidente. Em rede social, Bolsonaro escreveu, para evitar alarmismo: “Cuidado com o sensacionalismo. Estamos tranquilos e seguimos firmes”. Inicialmente, a equipe médica estimava alta após dez dias, completados anteontem. Agora, na hipótese mais otimista, Bolsonaro permanecerá 18 dias no hospital. Médicos entrevistados pela Folha dizem que a situação clínica do presidente está se complicando. (Poder a10)
Estados pedem ao STF para cortar salário de servidores

Em carta, os secretários de Fazenda de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul pedem ao Supremo que restabeleça a possibilidade de redução da jornada de servidores públicos. Seria permitido aos estados o correspondente corte nos vencimentos em caso de frustração de receitas. O dispositivo, previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, está suspenso por medida cautelar e volta à pauta do STF no dia 27. (Mercado A20)
Capitalização pode valer só para novo regime trabalhista (Mercado A17)


Temporal no Rio provoca caos e mata ao menos 6

Com ventos de 110 km/h, chuva causou a queda de 170 árvores e oito postes de luz, interrompendo o fluxo em diversos pontos das zonas sul e oeste, regiões mais afetadas. Ao menos seis pessoas morreram. O governador Wilson Witzel culpou a falta de fiscalização na ocupação desordenada de encostas e morros. (Cotidiano B4)
A cada 3 dias, uma criança é ferida por arma em casa

Nos últimos quatro anos, 518 crianças deram entrada em hospitais em decorrência de acidentes com armas de fogo em casa, de acordo com dados do Ministério da Saúde. A posse de armas foi facilitada no mês passado após decreto assinado por Jair Bolsonaro. (Cotidiano B1)
Advogados caçam clientes até em velório em Brumadinho (B2)


Ministério público denuncia Google por violar privacidade de usuários de email (Mercado A24)


Hélio Schwartsman

Novela Lula priva país de benefícios de uma oposição

Enquanto o PT, um dos maiores partidos na Câmara, se perde entre as defesas de Lula e de Nicolás Maduro, o Brasil se vê privado dos benefícios de
uma oposição. (Opinião A2)
RenatoTerra

Pacote de Sergio Moro é criticado; faço 10 sugestões

O pacote de Moro foi criticado no núcleo duro do governo por não criminalizar menino que veste rosa. “Temos que punir quem ouve Cazuza”, defendeu Ricardo Vélez. (Ilustrada C6)
Editoriais

O ocaso de Lula

A respeito de nova condenação do ex-presidente (A2)

O novo em El Salvador

Sobre vitória de outsider na eleição presidencial (A2)







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