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Primeiro Ministro guineense garante no Parlamento recenseamento transparente e eleições justas
O primeiro-ministro guineense garantiu que o recenseamento eleitoral decorre de forma transparente e que as eleições legislativas serão realizadas de forma justa e livre.
Publicado Quarta-Feira, 5 de Dezembro de 2018, às 19:54 | Fonte Observador 0
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Inácio Rosa/LUSA

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Aristides Gomes


O primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, garantiu esta quarta-feira no parlamento que o recenseamento eleitoral está a decorrer de forma transparente e que as eleições legislativas serão realizadas de forma justa e livre, refutando suspeitas de vários partidos do país.

Respondendo às interpelações dos deputados, Aristides Gomes aproveitou para esclarecer várias dúvidas sobre o andamento do recenseamento eleitoral e garantir que “tudo decorre dentro da lei” e disse que quem tiver dúvidas poderá contactar o Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (Gtape).

Quanto à data das eleições, o primeiro-ministro guineense disse que será anunciada oportunamente pelo chefe do Estado, José Mário Vaz, e que os cidadãos irão votar para escolher um novo Governo.

O presidente do parlamento, Cipriano Cassamá, agradeceu o facto de Aristides Gomes ter respondido aos apelos dos deputados, enalteceu a forma como esclareceu as dúvidas, mas pediu que tudo seja feito para as eleições legislativas “não passem do mês de janeiro” de 2019.

A ocasião serviu igualmente para o primeiro-ministro esclarecer sobre as diligências junto dos sindicatos de professores para os demover da greve em curso e que tem impedido a abertura das escolas públicas.

Aristides Gomes disse ser difícil o entendimento entre o Governo e os professores, já que os sindicatos têm recusado todas as propostas apresentadas e que poderiam levar ao levantamento da suspensão laboral.

“Se fosse só uma greve cuja motivação era reclamar salários em atraso já havia uma solução, mas como a greve tem motivações políticas é difícil o entendimento com os sindicatos”, notou Gomes.

O primeiro-ministro guineense aproveitou para explicar o significado das suas palavras, bastante criticadas no país, quando considerou a greve dos professores como selvagem.

“Disse que é uma greve selvagem porque os sindicatos não estão a respeitar as leis de greve. Nunca vi uma greve por tempo indeterminado, uma greve por 21 dias renováveis”, afirmou Aristides Gomes.

O líder do Governo guineense defendeu que tem sido alvo de vários ataques de forma injustificada, por parte de sindicatos e de setores políticos, mas sublinhou que compreende a natureza das investidas.

“Como dizia um célebre treinador do Benfica, Otto Gloria, a melhor defesa é o ataque. Atacas para não seres atacado, mas isso não te deixa vacinado”, avisou Aristides Gomes, prometendo responder aos ataques em devido tempo.

 







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