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Manchete : Novo ministro quer reaver R$ 25 bi de corrupção
Publicado Quinta-Feira, 22 de Novembro de 2018, às 05:12 | Fonte EBC / Radiobras 0
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22 de novembro de 2018

O Globo

 

Manchete : Novo ministro quer reaver R$ 25 bi de corrupção

Valor será negociado pela AGU com empresas que cometeram irregularidades

Anunciado por Jair Bolsonaro como chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) de seu governo, André Luiz de Almeida Mendonça disse que tem como meta recuperar, em dois anos, R$25 bilhões por meio de acordos de leniência com empresas que cometeram irregularidades em contratos com a administração pública. Mendonça, que foi apresentado a Bolsonaro ontem, afirmou que o órgão manterá o status de ministério. O Cade homologou acordo com quatro empreiteiras envolvidas na Lava-Jato, que pagarão multa de R$897 milhões.
(PÁGINAS 6 e 19)

Partido de Bolsonaro faz queixa por mais espaço

Com 12 dos 18 titulares anunciados, e sem indicação partidária, a montagem do Ministério gera insatisfação entre os futuros deputados do PSL.Durante reunião do grupo com o presidente eleito, Joice Hasselmann, eleita por SP, disse que “a bancada quer ser ouvida”. Bolsonaro prometeu apoio aos parlamentares da sigla. 
(PÁGINA 4)

Primeira vistoria no Alvorada

Marcela Temer apresentou o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. 
(PÁGINA 6)

Empresa sob suspeita pagou voos de Mandetta

Aguirre Talento

Futuro ministro da Saúde,Luiz Henrique Mandetta teve voos pagos por empresa investigada por favorecimento em sua gestão na Secretaria de Saúde de Campo Grande.Ele diz que pediu o fretamento ao dono da empresa aérea. 
(PÁGINA 7)

Nome para Educação desagrada a evangélicos

Bolsonaro não confirma convite a Mozart Neves Ramos para a Educação. Evangélicos pedem nome ligado ao Escola sem Partido. 
(PÁGINA 28)

Moro escolhe general para Segurança Pública

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que já ocupou o posto no governo Temer, apoiou a intervenção federal no Rio. 
(PÁGINA 8)

Secretário confirma ação da milícia na morte de Marielle

O secretário de Segurança, general Richard Nunes, disse que já foram identificados “participantes” do assassinato de Marielle Franco. Ele disse que, “com toda a certeza”, há milicianos envolvidos no crime e que agora é preciso reunir “provas cabais”. A participação de políticos é provável, acrescentou. 
(PÁGINA 11)

Bernardo Mello Franco

Negociar com as bancadas é risco 
(PÁGINA 6)

Míriam Leitão

A xenofobia não é parte da natureza do Brasil 
(PÁGINA 18)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete : Evangélicos reagem à escolha de Mozart Neves para Educação

Diretor do Instituto Ayrton Senna vira alvo de bancada por não defender projeto Escola sem Partido´

A escolha do diretor do Instituto Ayrton Senna Mozart Neves Ramos para o Ministério da Educação de Jair Bolsonaro causou forte reação da bancada evangélica, que defende projetos como o Escola sem Partido. Segundo fontes ouvidas pelo Estado, o educador foi convidado e pretendia aceitar o cargo em uma reunião marcada para hoje com o presidente eleito. Algumas horas depois, no entanto, integrantes da Frente Parlamentar Evangélica criticaram a escolha e disseram que Mozart não tem “afinidade ideológica” com o novo governo. No início da noite, Bolsonaro declarou em sua conta no Twitter que, “até o presente momento, não existe nome definido para dirigir o Ministério da Educação”. Mozart, de 52 anos, é um dos nomes mais respeitados da educação no País, foi secretário estadual em Pernambuco e reitor da Universidade Federal de Pernambuco. Sua indicação foi bem recebida pelos especialistas da área. Além do perfil técnico, ele transita pelas áreas pública, privada, do terceiro setor e pela academia. 
(POLÍTICA / PÁG. A4)

Tour em futuro endereço

A futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, se reuniu ontem com Marcela Temer no Palácio da Alvorada, em Brasília. Michelle afirmou que quer participar de “todos os projetos sociais possíveis” no governo de seu marido. 
(POLÍTICA / PÁG. A8)

Temer prepara série de concessões para Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro vai receber da gestão Temer um pacote de projetos de concessão prontos para ser leiloados no 1.º trimestre de 2019. No dia 29, o governo vai divulgar os editais de licitação de 12 aeroportos, quatro terminais portuários e uma ferrovia. Somados, os lances mínimos dos leilões chegam a cerca de R$ 1,5 bilhão. 
(ECONOMIA / PÁG. B1)

Efeito Mais Médicos

Pacientes fazem fila em unidade de saúde em Campinas. Consultas foram canceladas com saída de cubanos. 
(PÁG. A20)

De guarda-costas a delator nº 1

Promovido de guarda-costas a chefe do Tesouro no regime chavista, Alejandro Andrade, preso nos EUA, é trunfo dos investigadores para comprovar a corrupção que movimentou propina de mais de US$ 1 bilhão na Venezuela, informa Jamil Chade. 
(INTERNACIONAL / PÁG. A16)

Gustavo Bebianno fica com Secretaria-Geral (Política / Pág.. A8)

 

Oficiais mais antigos vão comandar as três Forças (Política / Pág. A8)

 

General da reserva vai chefiar Segurança Pública (Política / Pág. A8)

 

Nomeado para AGU diz que vai investir no diálogo (Política / Pág. A10)

 

STJ decide manter foro especial para magistrados (Política / Pág. A14)

 

William Waack

Washington e Pequim pedem que países assumam um lado. Não vamos escapar da escolha. 
(POLÍTICA / PÁG. A8)

Celso Ming

Cenários para o governo Bolsonaro não levam em conta questões externas, que podem mudar tudo. 
(ECONOMIA / PÁG. B2)

Notas & Informações

Bom sinal 

Não se sabe se o esforço será bem-sucedido, mas Jair Bolsonaro tem demonstrado, na montagem de seu Ministério, que está mesmo disposto a acabar com o presidencialismo de coalizão. 
(PÁG. A3) 

Abertura e integração global 

Se for na direção correta, boa parte do programa do novo governo consistirá em tirar o atraso. 
(PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete : Nome de educador gera 1ª crise entre base e Bolsonaro

Presidente eleito sonda moderado para educação,mas refuta convite após forte reação da bancada evangélica

A escolha do ministro da Educação do futuro governo gerou a primeira crise entre a equipe de transição de Jair Bolsonaro( PSL) e sua base de apoio no Congresso. O nome de Mozart Neves Ramos,diretor do Instituto Ayrton Senna com perfil moderado, vazou antes de reunião que selaria a indicação, gerando críticas de deputados da bancada evangélica. Sóstenes Cavalcanti(DEMRJ) declarou que a insatisfação foi levada ao futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni(DEM-RS).“O novo governo pode errar em qualquer ministério, menos no da Educação”,disse. Mozart não se pronunciou a favor do Escola sem Partido ou contra discussões sobre gênero nas aulas, temas que alavancaram Bolsonaro. Nas redes sociais, após a reação da base,o presidente eleito disse que “até o presente momento, não existe nome definido para dirigir o Ministério da Educação”. Também cotado,Ricardo Vélez Rodriguez foi chamado às pressas para falar com Bolsonaro. Nascido na Colômbia, ele é professor da Universidade Federal de Juiz de Fora( MG). 
(Cotidiano B3)

PM em vigília contra resgate do PCC encara precariedade

Em período de espera para evitar possível resgate de chefes da facção PCC de presídios, policiais militares estão alojados há um mês em condições precárias no oeste paulista. A maioria dorme em colchões finos, sem roupa de cama, e recebe alimentação de baixa qualidade.A gestão França (PSB) diz que inspecionará comida e alojamentos. 
(Cotidiano B1)

Futura e atual primeiras-damas se encontram

Michelle Bolsonaro e Marcela Temer durante visita ao Palácio da Alvorada, que pode ser residência da família do presidente eleito; Jair Bolsonaro pediu posse simples em 1º de janeiro 
(Poder A6)

‘Maioria se sentia explorada’, diz médico cubano

Integrante do Mais Médicos por quase três anos, o cubano Adrian Estrada Barber disse à Folha que concorda com as exigências do governo Bolsonaro ao regime e que “a maioria se sentia explorada” pelo programa. 
(Cotidiano B5)

Mercado deve ser aberto para os EUA, afirma ex-embaixador

O governo eleito deve iniciar abertura inteligente do mercado brasileiro para itens americanos, diz Thomas Shannon, embaixador no Brasil de 2009 a 2013.Para ele,relação com os EUA é mais vantajosa do que com a China. 
(Mundo A13)

Chefes das três Forças, AGU e Secretaria Geral são anunciados (A6)

 

Comando da Caixa vai ficar com especialista em privatizações (A20)

 

Matias Spektor

Diplomacia pode não ser desastre completo 
(A2)

Editoriais

Pelas beiradas 
Sobre planos para a venda de fatias da Petrobras. 

República dos réus
Acerca da formação do ministério de Bolsonaro.
(A2)

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