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Manchete : Futuro ministro diz que Mais Médicos é ‘convênio Cuba-PT’
Publicado Quarta-Feira, 21 de Novembro de 2018, às 04:34 | Fonte EBC / Radiobras 0
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21 de novembro de 2018

O Globo

 

Manchete : Futuro ministro diz que Mais Médicos é ‘convênio Cuba-PT’

Confirmado na Saúde, Mandetta quer mudanças no programa

O deputado Luiz Henrique Mandetta foi confirmado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, como ministro da Saúde. Mandetta afirmou que a atual crise no Mais Médicos era um risco iminente porque o programa significou a terceirização de mão de obra essencial dentro de um “convênio entre Cuba e o PT, e não entre Cuba e o Brasil”,abrindo espaço a decisões unilaterais. Ele defendeu mudanças no programa, como avaliação periódica dos profissionais. Mandetta é o terceiro nome do DEM no primeiro escalão do novo governo. 
(PÁGINA 4)

Visita sem ‘sim’ à lista

O presidente eleito,Jair Bolsonaro, visitou ontem a procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ele não se comprometeu a respeitar a lista tríplice elaborada pelo MPF,uma tradição da Presidência, para escolher o sucessor de Dodge,que sai em setembro.
(Pág. 6)

‘Está na hora de rever o Mercosul’, diz Tereza Cristina

Em entrevista ao GLOBO, Tereza Cristina, futura ministra da Agricultura, disse que, se o Brasil não conseguir fazer com que o Mercosul volte a ser vantajoso, pode ser o caso de deixar o bloco. Ela defende que morador do campo deve ter arma para se defender e afirma que ainda há áreas que podem ser desmatadas. 
(PÁGINA 8)

Moro escolhe antigo parceiro para dirigir a PF

O atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, Maurício Valeixo, foi indicado pelo futuro ministro da Justiça, Sergio Moro,para comandar a corporação. A nova gestão terá como foco o combate à corrupção e ao crime organizado. Valeixo atuou no caso Banestado e na Lava-Jato ao lado de Moro. 
(PÁGINA 6)

Rio dá R$ 128 bi dos royalties para aposentadorias

O Rio é o único estado a ceder toda a receita com royalties do petróleo para o patrimônio do fundo de previdência de seus servidores, o que já o levou a comprometer R$ 128,5 bilhões da arrecadação futura com o pagamento de aposentadorias. O valor equivale a 13 vezes a receita deste ano. 
(PÁGINA 17)

Atual ministro da CGU será mantido no cargo (Página 6)

 

Guedes terá secretaria de privatizações (Página 8)

 

Enem terá prova de conteúdo específico (Página 22)

 

Merval Pereira

Economistas fazem propostas a Bolsonaro 
(PÁGINA 2)

Elio Gaspari

Se o torturador é aplaudido, a tortura se espalha 
(PÁGINA 3)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete : Para cumprir teto, Bolsonaro terá de cortar R$ 37 bi por ano

Serão R$ 148,8 bilhões até 2022; aprovação da reforma da Previdência em 2019 é considerada essencial

Para cumprir a lei do teto de gastos, que proíbe alta de despesas em ritmo superior à inflação, o governo de Jair Bolsonaro terá de cortar R$ 37,2 bilhões por ano até o fim do mandato. Serão R$ 148,8 bilhões entre 2019 e 2022, o equivalente a um corte anual de 0,5 ponto porcentual do PIB. Os números foram discutidos pela equipe econômica do governo Temer com assessores de Bolsonaro, que pretende reduzir despesas e não elevar impostos. O processo de contenção de gastos será auxiliado pela extinção de subsídios, mas exigirá a aprovação da reforma da Previdência já em 2019, para que haja efeitos nos anos seguintes. Também serão necessárias suspensão dos reajustes dos servidores e revisão da política de correção do salário mínimo a partir de 2020. Para melhorar a gestão orçamentária, o novo governo também pretende apresentar proposta de desvinculação de receitas e despesas, um dos maiores problemas da gestão orçamentária. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Dificuldade para zerar déficit

Para Felipe Salto, da Instituição Fiscal Independente, Bolsonaro dificilmente eliminará déficit primário em 4 anos. (PÁG. B3)

R$ 20 bi do pré-sal para os Estados

Estados e municípios poderão receber cerca de R$ 20 bilhões, o equivalente a 20% dos recursos do megaleilão de petróleo do pré-sal. (PÁG. B3)

Eleito ouve frente e indica deputado para a Saúde

Depois de Tereza Cristina (Agricultura), que contou com aval da Frente Parlamentar da Agropecuária, Jair Bolsonaro atendeu mais uma indicação de frente parlamentar no Congresso e anunciou o deputado Henrique Mandetta (DEM-MS), médico ortopedista, para a pasta da Saúde. Também ontem foi confirmado que Wagner Rosário, atual ministro da Transparência e Controladoria- Geral da União (CGU), permanecerá no cargo. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Cade faz acordos com empreiteiras da Lava Jato

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica fechará hoje acordos em processos de formação de cartéis ligados à Lava Jato. Entre as empresas que assinarão termos de compromisso, estão Andrade Gutierrez, Carioca Engenharia, OAS e Odebrecht. (ECONOMIA / PÁG. B6)

STF reabre inquérito que investiga Aécio (POLÍTICA / PÁG. A7)

 

PC chinês convida PSL para visita ao país (POLÍTICA / PÁG. A9)

 

Sócios já gastaram o dobro em Belo Monte (ECONOMIA / PÁG. B11)

 

Summit agronegócio Brasil 2018

Setor vive momento de empolgação e de expectativa. A guerra comercial entre China e EUA impulsiona a exportação de produtos agropecuários. A interrogação é o governo de Jair Bolsonaro e sua sinalização para o segmento. (CADERNO ESPECIAL)

Michel Temer

O acordo de livre-comércio trará benefícios concretos para Brasil e Chile. (ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2)

Fábio Alves

Campos Neto terá mais trabalho para conduzir expectativas e evitar possíveis críticas. (ECONOMIA / PÁG. B6)

Notas&Informações

Nem bala de prata nem bondades

O presidente eleito precisa pensar com urgência em algo menos fantasioso e mais eficiente para controlar o desarranjo das contas públicas. (PÁG. A3)

Novo perfil do agricultor paulista

Aumentou de maneira notável a formação escolar do proprietário rural nos últimos dez anos. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete : Na Justiça, Moro foca patrimônio de criminosos

Como ministro, ex-juiz quer ampliar para traficantes estratégia da Lava Jato; novo chefe da PF é escolhido

O Ministério da Justiça sob o comando do ex-juiz Sérgio Moro terá como principal foco o combate ao crime de lavagem de dinheiro, com o objetivo de asfixiar organizações criminosas.

Nas reuniões do grupo de transição de governo definiu-se que a prioridade da gestão Moro será mirar o patrimônio de criminosos, estratégia que deu certo na Lava Jato e deve ser reproduzida contra traficantes.

Moro escolheu para os cargos mais importantes ligados à pasta que comandará pessoas experientes nessa área. Entre eles, o atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, Maurício Valeixo, que substituirá Rogério Galloro como diretor-geral da Polícia Federal.

Outro nome é o da delegada Érika Marena, que chefiará o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional. O DRCI tem hoje problemas para conseguir resultados mais efetivos por causa da legislação vigente.

Moro deve se dedicar a propor mudanças legais que deem maior liberdade a esse órgão, chave no combate à lavagem de dinheiro.

O ex-juiz elogiou Valeixo (“pessoa plenamente capacitada”) e Marena (“não há ninguém melhor que ela”), que já atuaram com ele antes. “Eu seria um tolo se não aproveitasse pessoas que trabalharam comigo, especialmente na Lava Jato, porque já provaram integridade e eficiência.” (Poder A4)

Cuba propôs Mais Médicos, revelam textos oficiais

Telegramas da embaixada brasileira em Cuba mostram que o Mais Médicos foi proposto pelos cubanos e negociado um ano antes de a gestão Dilma Rousseff (PT) apresentá-lo, informa Marcelo Soares. As tratativas foram sigilosas e feitas de modo a não precisar de aval do Congresso. (Cotidiano BI)
 

Deputado do DEM, ortopedista será o ministro da Saúde

Médico ortopedista, o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) será ministro da Saúde na gestão Bolsonaro. Ex-secretário da Saúde de Campo Grande (MS), ele disse que se reunirá com a equipe do atual governo para tratar de questões imediatas, como a saída dos cubanos do Mais MédicOS. (Cotidiano B2)
 

66% aprovam cobertura da Folha sobre o futuro governo (Poder A6)

 

Ivanka Trump é acusada de uso irregular de email

Filha de Donald Trump e assessora do presidente, Ivanka é acusada de usar email pessoal para questões de governo, violando regras federais. Deputados devem apurar o caso. Para Trump, que atacou Hillary Clinton, sua rival no pleito de 2016, por ter feito o mesmo na gestão Obama, a notícia é falsa. (Mundo A12)
 

Concluir Angra 3 oneraria a conta de luz em R$ 6,6 bi (Mercado A16)

 

Bolsa de NY zera ganhos do ano, e incerteza cresce (Mercado A18)

 

Editorial

As caravanas

Sobre reações de Trump à marcha de migrantes.

O projeto sumiu

Acerca de viaduto que cedeu na marginal Pinheiros (Opinião A2)
 

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