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Egressos da Fasepa aprendem em palestra a planejar finanças
Familiares e jovens egressos do sistema socioeducativo, beneficiados pelos programas Jovem Aprendiz e Bolsa Aprendizagem, participaram na manhã desta segunda-feira (12) de uma palestra sobre “Planejamento Financeiro: Pessoal e Familiar”, no auditório da sede da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), em Belém.
Publicado Terça-Feira, 13 de Março de 2018, às 09:05 | Fonte Governo do Pará 0
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A assessora da Fasepa, Sônia Gama, explicou que a palestra sobre planejamento financeiro é essencial para que os jovens possam refletir sobre o que ganham e de que forma podem transformar essa renda em bem-estar social

 

Familiares e jovens egressos do sistema socioeducativo, beneficiados pelos programas Jovem Aprendiz e Bolsa Aprendizagem, participaram na manhã desta segunda-feira (12) de uma palestra sobre “Planejamento Financeiro: Pessoal e Familiar”, no auditório da sede da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), em Belém.

A iniciativa visa direcionar os jovens para o mercado de trabalho, dentro de um processo educativo inclusivo, em eles participarão de um processo de seleção para ingressar no Grupo Formosa, por meio do Programa Jovem Aprendiz. O encontro foi promovido pela Coordenação de Regionalização e Apoio à Municipalização (Cream), e contou com a participação da assessoria da presidência da Fasepa e Associação Proativa.

Rever algumas decisões equivocadas faz parte do processo de amadurecimento dos jovens. Nesse sentido, um dos 10 rapazes que participaram do encontro nesta manhã disse que “esse encontro é muito importante, porque possibilita que os jovens saibam gastar seu dinheiro com responsabilidade, para melhorar seu bem-estar e da família. Hoje eu aprendi a distinguir o que é necessidade e prioridade”, disse o rapaz de 18 anos, que ficou por 10 meses cumprindo medida socioeducativa, e atualmente trabalha no supermercado Formosa.

Ainda segundo ele, foi na medida socioeducativa que parou para refletir sobre seus erros e como agir para não mais cometê-los. “A medida socioeducativa me trouxe mais serenidade, capacidade para pensar e resolver os meus problemas, e não aumentar ainda mais eles. O meu ambiente de trabalho é muito bom, as pessoas do Formosa me acolheram muito bem e têm me ajudado bastante. Sempre me orientam e estão tendo paciência comigo”, declarou o rapaz.

Metodologia - Com instrumentais metodológicos que enfatizam a importância do trabalho, a Fasepa adota critérios técnicos avaliativos levando em consideração as fases do atendimento socioeducativo (inicial, intermediária e conclusiva) na perspectiva de inserir e acompanhar os jovens no campo profissional, explicou a assessora da presidência da Fasepa, Sônia Gama.

“A palestra lança reflexões a partir de uma tomada de consciência por parte dos socioeducandos e suas famílias. Dentro do tema proposto, nós optamos em trabalhar o planejamento financeiro na perspectiva de que eles possam refletir sobre o que ganham, o que a família ganha, o que eles acumulam de renda, e de que forma essa renda poderá ser revertida em prol do bem-estar social daquelas pessoas. Isso possibilita que eles deem um sentido sustentável a esse recurso, como para o desenvolvimento com qualificação profissional”, ressaltou Sônia Gama.

Aprendizes - O diretor pedagógico da Proativa, Adalberto Rodrigues, frisou que a importância da parceria entre diferentes instituições (público- privado) é oferecer aos jovens em cumprimento de medida socioeducativa, atendendo a uma recomendação prevista em lei, novos horizontes profissionais. “A importância da parceria se dá exatamente em oportunizar aos adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa, uma possibilidade de inserção no mercado do trabalho primeiro na condição de aprendizes, atendendo à Lei 10.097/2000, que atribui às empresas a contratação dessas pessoas. Com isso, há grandes chances de eles continuarem nessa atividade produtiva como funcionários das empresas, dependendo da necessidade”, informou Adalberto Rodrigues.

A Lei 10.097/2000 determina que empresas de médio e grande porte devem contratar jovens de 14 a 24 anos como aprendizes. O contrato de trabalho pode durar até dois anos e, durante esse período, o jovem é capacitado na instituição formadora e na empresa, combinando formação teórica e prática.

Por Alberto Passos

 







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