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Porto Velho: Penitenciária Federal e NOA reafirmam cooperação para combater crime organizado
A Penitenciária Federal de Porto Velho (PFPV) tem buscado implementar mecanismos que possam tornar a sua segurança ainda melhor. Nas ultimas semanas, uma ação realizada em pareceria entre a PFPV e o Núcleo de Operações Aéreas (NOA)
Publicado Sexta-Feira, 7 de Julho de 2017, às 11:19 | Fonte Assessoria 0
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A Penitenciária Federal de Porto Velho (PFPV) tem buscado implementar mecanismos que possam tornar a sua segurança ainda melhor. Nas ultimas semanas, uma ação realizada em pareceria entre a PFPV e o Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (SESDEC) realizou vários voos para atualizar o levantamento de possíveis áreas sensíveis no perímetro de segurança da Penitenciária Federal. A ideia é antecipar-se a qualquer tentativa de ação criminosa e estar integralmente preparado para repelir com rapidez e eficiência qualquer tipo de iniciativa do crime, como tentativas de fugas, resgates ou atentados.

Agentes Federais de Execução Penal sobrevoaram o entorno da PFPV com a equipe do NOA, realizando o levantamento dos pontos mais sensíveis, no dia 23 de junho deste ano. A operação serviu também para reforçar a parceria que existe entre o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), que é responsável pela administração do Sistema Penitenciário Federal (SPF), e o Governo do Estado de Rondônia. As aeronaves do NOA serão utilizadas também em escoltas de maior risco ao SPF, garantindo assim maior segurança as operações que envolvem transporte de presos.

 

O SPF

Fundado em 2006, o Sistema Penitenciário Federal (SPF) foi criado para custodiar os líderes das principais facções criminosas do Brasil. O objetivo era reduzir a influência dos "cabeças" dessas organizações, que mesmo presos, continuavam exercendo liderança sobre a massa carcerária e sobre os criminosos que estão nas ruas. As prisões têm capacidade para 208 presos, todos mantidos em celas isoladas, monitorados por mais de 240 câmeras. Tal rigor tem demonstrado seus resultados positivos. Em 11 anos, nunca houve fugas, rebeliões ou entradas de objetos ilícitos.





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