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devastação na Amazônia
ONG registra aumento nos números do desmatamento na Amazônia
Segundo dados da ONG, publicados pela Folha, foram 3.322 km², contra 2.044 km² no período anterior. Não é possível extrapolar o percentual de 63%, contudo, para a taxa oficial de devastação.
Publicado Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2015, às 16:25 | Fonte Com informações de agências / [email protected] 0
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Não é possível extrapolar o percentual de 63%, contudo, para a taxa oficial de devastação. Foto: Greenpeace/Divulgação

São Paulo - O sistema independente de alerta (SAD), da ONG Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), reforçam a hipótese de que o desmatamento na Amazônia tenha voltado a aumentar no período 2014-15 (agosto a julho). Os números apontam um salto de 63%.
 
Segundo dados da ONG, publicados pela Folha, foram 3.322 km², contra 2.044 km² no período anterior. Não é possível extrapolar o percentual de 63%, contudo, para a taxa oficial de devastação.
 
A taxa é calculada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), cujo sistema Prodes emprega imagens de satélite mais detalhadas. O dado governamental foi recentemente consolidado, mas para o período anterior (2013-14). A cifra divulgada em novembro (4.848 km²) passou para 5.012 km².
 
Divergências
 
Segundo publicação da Folha, o SAD detectou, ainda, áreas desmatadas que não aparecem no Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Comparando os polígonos de terra nua, sobraram 442 km² nos mapas do Imazon sem superposição com os do Inpe.
 
A primeira explicação possível para essa outra divergência está nas nuvens. Como há muito mais imagens disponíveis do Modis, o Imazon pode escolher mais fotografias livres delas.
 
Outra hipótese é que, por essa razão ou outra, o Inpe tenha usado muitas imagens de meses anteriores –maio, por exemplo– ao início da estação de derrubada, com a diminuição de chuvas a partir de julho. Alguns desmatamentos podem ficar de fora num ano, mas aparecerão nos seguintes.
 
Uma terceira possibilidade é a própria deficiência da dupla SAD/Modis. Como as imagens têm resolução pior, os perímetros dos polígonos podem ser "arredondados" para cima, e essas superfícies artificialmente acrescentadas a eles acabariam subtraídas nas fotografias mais acuradas do Landsat.
 

  








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